O presidente Lula viu a minha assessora colocar esse bloquinho aqui com os nomes das pessoas. Mas eu quero tranqüilizar. Eu vou saudar o senhor, saudar o ministro Alfredo, saudar o ministro Márcio Fortes, o ministro Franklin, saudar todo o meu secretariado na pessoa do meu companheiro e vice-governador do estado Luiz Fernando de Souza Pezão. Saudar os dois chefes dos poderes que aqui prestigiam, e é muito importante dizer isso, que no Rio de Janeiro os poderes são independentes, mas trabalham de mãos dadas, o presidente da Assembléia Legislativa, o deputado Jorge Picciani, e o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, o desembargador Murta Ribeiro, que prestigiam esse evento.
Saudar o meu amigo Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, saudar todos os parlamentares federais, estaduais, municipais aqui presentes. Saudar todos os prefeitos, na figura do meu amigo Charlinho, e dizer da minha felicidade de estar aqui em Itaguaí, especialmente nessa empresa que é símbolo do Brasil, que é a Nuclep. Queria saudar aqui os trabalhadores da Nuclep, saudar o Jaimão, presidente, saudar o sindicato dos trabalhadores. E dizer que hoje é um dia muito especial para todos nós. E um dia que eu diria simbólico do que é o governo do presidente Lula.
Vamos começar pela última agenda do presidente no dia de hoje. A última agenda do presidente no dia de hoje é a sua ida ao Sindicato, em São Bernardo do Campo, dos Metalúrgicos. Onde ele estará comemorando os 30 anos de uma greve histórica, do dia 12 de maio de 1978, no momento em que o Brasil vivia o autoritarismo e o presidente Lula, como líder sindical, fazia historia nesse país. E é simbólico, porque 30 anos depois esse líder operário ocupa a Presidência da Republica e nós vivemos no regime democrático, com democracia, com imprensa livre, com sindicatos livres, num Brasil de outro momento. O dia de hoje é simbólico porque nós viemos de uma agenda com o presidente Lula, no BNDES. O BNDES é o banco de desenvolvimento no Brasil. E lá o presidente Lula tem uma arquitetura extremamente complexa, envolvendo vários ministérios, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, Ministério do Desenvolvimento Econômico, os empresários. Foi lançado hoje um programa nacional de desenvolvimento articulado que vai diminuir a carga tributária, incentivar o crescimento, e gerar mais milhões de empregos para os trabalhadores brasileiros. Hoje no auditório do BNDES. Mais uma marca do que o Brasil vive nesse momento.
E agora estamos aqui, de frente para a BR-101, lançando a ordem de serviço para o início das obras de um sonho do povo do Estado do Rio de Janeiro. Um sonho como outros sonhos que o povo do Rio de Janeiro acalentava durante anos e anos e não via ser concretizado.
Presidente Lula, acabou a fase do chororô no Rio de Janeiro, acabou a fase do lamento, acabou a fase da reclamação. A fase é a fase do agradecimento. Agradecimento a um Governo Federal que pensa primeiro no país, que pensa primeiro no povo pobre, porque aqui no nosso estado nós temos milhares de pessoas também que são beneficiadas com os seus programas sociais, principalmente com o bolsa família. Aqui no Estado do Rio de Janeiro acabou a fase do chororô, porque nós temos uma parceria. Acabou a fase do político que gosta de se destacar negando, criticando, falando mal. Começou a fase de uma parceria verdadeira, de um presidente que sempre foi homenageado pelo povo do Estado do Rio de Janeiro com grandes votações e que estava louco, no seu íntimo, para retribuir ao povo do Rio de Janeiro o tanto que o povo do Rio de Janeiro fez por ele na sua carreira política. E ele está conseguindo materializar isso nesses 15, 16 meses, 17 meses da nossa parceria.
Minhas amigas e meus amigos, daqui a alguns anos, dois anos, três anos, o cidadão vai andar daqui onde estamos, como disse o Charlinho, pegar uma via nova, que é o Arco Rodoviário, vai encontrar em torno do arco uma série de empresas instaladas, porque o Rio de Janeiro é uma região da logística. Aqui nós temos o Porto de Itaguaí, aqui nós temos o Porto do Centro do Rio de Janeiro, aqui nós temos o Aeroporto Internacional e esse Arco Rodoviário vai cruzar a Via Dutra, esse Arco Rodoviário vai cruzar a Washington Luiz, esse Arco Rodoviário vai passar por Itaguaí, Seropédica, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Magé, Guapimirim e vai chegar a Itaboraí. E lá em Itaboraí, ele vai encontrar o maior investimento da história da Petrobras que é o Complexo Petroquímico de Itaboraí, o Comperj.
Vejam que situação nós estaremos vivendo daqui a alguns anos, veja o valor dos investimentos que nós teremos ao longo desses anos, veja a geração de empregos que nós teremos no Estado do Rio de Janeiro. Há cerca de 40 a 50 dias, o presidente estava aqui ao lado, na Companhia Siderúrgica do Atlântico, uma obra que hoje emprega mais de 14 mil trabalhadores. E uma obra que só saiu do papel graças ao apoio do presidente Lula. Daqui a pouco o Comperj, lá em Itaboraí, vai estar cheio de operários trabalhando. Já começou o movimento de terras. São 8 bilhões de dólares de investimentos. Veja que situação que o nosso povo está vivendo.
Então, nós temos geração de emprego, nós temos infra-estrutura, as obras do porto do Rio de Janeiro já vão começar, as obras do Porto de Itaguaí aqui não param. E ao mesmo tempo nós teremos investimentos em algo precioso para o povo do Rio de Janeiro, que é investimento em água e tratamento de esgoto em toda a Baixada Fluminense. Vários cantos da Baixada Fluminense não recebem água e não têm o esgoto tratado. E graças à parceria com o presidente Lula, com a ministra Dilma Rousseff, nós teremos o PAC da água e do saneamento básico. Ao mesmo tempo, nós estamos fazendo investimentos nas favelas do Rio de Janeiro, nas comunidades mais carentes.
São mais de 1,2 bi de reais no Complexo do Alemão, na Rocinha, no Pavão-Pavãozinho, em Manguinhos. Teremos também obra em São Gonçalo, em Niterói. Estaremos, nos próximos dias, tirando do papel, a linha 3 do metrô, ligando Niterói a Itaboraí. Então, realmente é uma relação que eu ficaria o dia inteiro falando das parcerias com o governo federal. Isso graças à sensibilidade, à decisão política do presidente Lula.
O presidente Lula, graças a Deus, hoje só tem dois lugares que ele vai mais do que o Rio de Janeiro. É a Brasília que não tem jeito e a São Bernardo do Campo, que ele tem apartamento lá. Fora isso, ele é o “menino do Rio”. Presidente Lula não sai do Rio de Janeiro, graças a Deus.
Presidente, muito obrigado. Eu tenho que agradecer a muita gente aqui, agradecer a nossa bancada no Congresso Nacional, aos nossos três senadores, aos nossos 46 deputados federais, agradecer aos deputados estaduais da Assembléia, que sempre brigaram por essa obra, à Firjan, aos trabalhadores, aos prefeitos.
Queria agradecer especialmente ao diretor geral do DNIT e especialmente ao ministro Alfredo Nascimento. Esse ministro já foi prefeito duas vezes de Manaus, é senador da República e um homem empreendedor, realizador, que gosta de botar a mão na massa e fazer. Muito obrigado ministro Alfredo por toda a atenção e todo o carinho que o senhor vem dando ao nosso Estado do Rio de Janeiro. E, por último, agradecer à minha equipe, ao Pezão, esse craque que é governador comigo, agradecer ao doutor Henrique, presidente do DER, agradecer ao Carlos Minc, esse craque do meio ambiente. O que nós fizemos de licença ambiental com rigidez, com exigências, nesses últimos dezessete meses, mais do que nos últimos 10 anos. Queria agradecer, a você Minc e a toda a sua equipe, pelo seu esforço, pelo desenvolvimento sustentável.
E mais uma vez dizer ao presidente Lula que o povo do Rio de Janeiro lhe ama e agradece muito.
Muito obrigado.